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Front-end e back-end: os prós e contras desses profissionais

Postado tera, 02 de outubro de 2018

Mkt

tera, 02 de outubro de 2018

Por: Beatriz Lombardi

                        As áreas do desenvolvimento de sites e aplicações são inúmeras. Quando se entra no mercado de TI ou se navega por ela é possível conhecê-las e aí surgem as dúvidas: front-end ou back-end? Qual é o melhor para a minha carreira?

Se essa é sua dúvida, acalme-se! A seguir, falaremos sobre as condições do mercado para desenvolvedores front-end e back-end, bem como características de cada profissional. Com certeza, após ler esse texto você terá ideias mais claras sobre quais rumos tomar.

Quais são os benefícios de ser desenvolvedor front-end?

O front-end, como o próprio nome já diz, atua na frente, ou seja, lida com a interface do usuário. Quando você acessa um site ou app, toda aquele aspecto de tela foi feito por esse tipo de profissional.

Em geral, desenvolvedores front-end utilizam HTML, CSS e JavaScript para conferir à página estilo, cores, efeitos, identidade visual, formatação de texto, animações, efeitos de scroll, etc.

Para quem deseja entrar nessa área, é importante destacar que o desenvolvedor front-end, devido ao fato de trabalhar diretamente com o usuário, tem a possibilidade de atuar como web designer na criação de mockups e layouts ou pode, ainda, tornar-se analista de experiência do cliente.

Pessoas que são mais soltas e têm facilidade de relacionamento e trabalho em grupo podem se dar melhor como desenvolvedores front-end. Existe, ainda, a chance de trabalhar remotamente, no exterior, em uma startup, em uma grande empresa…

Com várias segmentações, essa área permite que você se especialize em uma ou mais delas. A profissão de desenvolvedor front-end, portanto, está em alta no mercado e quem se destacar tende a conseguir bons salários e satisfação profissional.

Resumidamente, o programador front-end é uma ponte entre o designer e o back-end, contribuindo com técnica e criatividade.

O ponto negativo é o excesso de trabalho, que pode ser desgastante em alguns momentos, além do fato de que, atualmente, quase nenhum desenvolvedor é apenas front-end, já que são necessárias habilidades complementares para que ele se destaque no mercado.

Quais são as vantagens de ser desenvolvedor back-end?

O desenvolvedor back-end é, resumidamente, o responsável por “construir os alicerces da casa”. Isso significa que ele determina como será o ambiente de um website ou app, atuando nos bastidores – mais de forma alguma tendo papel coadjuvante.

Responsável pelo “lado do servidor” em vez de cuidar do usuário, o desenvolvedor back-end precisa dominar uma série de linguagens, frameworks e tecnologias para se dar bem na profissão.

As principais tecnologias back-end voltadas para web PHP, Ruby on Rails, Node.js e Python. Há, ainda, as soluções coltadas a Desktop, como C, C#, C++ e Java, além de muitas outras disponíveis no mercado.

O desenvolvedor back-end cuida do “cérebro do site”, viabilizando sua comunicação com o servidor e estabelecendo a ligação entre os APIs (Application Programming Interface ou Interface de Programação de Aplicações) e o banco de dados, além de construir a estrutura do site.

O back-end é vital para um site funcionar bem. Sem o seu trabalho, tudo o que o front-end fizer não terá sentido. Por isso, quem adora códigos e linguagens de programação, porém tem um perfil mais discreto e introvertido pode se dar melhor nessa função.

Que tal ser desenvolvedor full-stack?

Ixi, gosto dos dois. E agora? Existe a possibilidade, então, de ser um desenvolvedor full-stack, que atua tanto como front quanto back-end. E o melhor de tudo isso é que essa carreira está super em alta e as possibilidades para quem dominar esse segmento são inúmeras!

O desenvolvedor full-stack domina todo o processo – algo que pode parecer difícil no início. Entretanto, a longo prazo, ele tem muito mais chances de conquistar ótimas oportunidades no mercado, pois tem total autonomia para tocar os projetos que quiser.